Caminhoneiro autônomo, agregado ou funcionário: qual é a melhor opção?

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Quem deseja seguir a carreira de caminhoneiro ou já opera neste segmento geralmente possui três opções de trabalho com as empresas de logística, distribuição e carga: ou se é autônomo, ou trabalha como agregado da organização ou atua como funcionário contratado. Essa escolha vai depender do que o caminhoneiro quer e como a transportadora ou empresa contratante prefere trabalhar. Afinal, vale dizer que cada uma dessas opções tem vantagens interessantes, tanto para os caminhoneiros, como para as empresas. Tudo depende da ocasião. Se você está em dúvida sobre como vai proceder na sua empresa, saiba mais sobre esses casos a seguir!

Autônomo

O profissional que desejar trabalhar como caminhoneiro autônomo é aquele que prefere fazer operações eventuais e por conta própria, sem ter vínculo empregatício. Normalmente, é dono do caminhão que dirige e precisa cuidar sozinho de sua gestão financeira e do fechamento dos contratos de carga.

A grande vantagem dessa opção é a razoável liberdade que esse caminhoneiro possui para estabelecer seus horários de trabalho e com quais empresas vai negociar. O grande risco é ficar parado por muito tempo, sem conseguir um frete para cumprir. Apesar de esta disposição lhe exigir muita disciplina e planejamento, existe ainda a possibilidade de fazer outros serviços de frete particular para complementar a renda.

Funcionário

Aquele caminhoneiro que se apresenta como funcionário da empresa é um empregado com a carteira (CTPS) assinada e com todos os direitos trabalhistas e previdenciários assegurados. Ele terá um salário fixo, dentro do que fora determinado pela categoria.

Apesar de ter sua jornada de trabalho organizada e exigida pela empresa, exibindo bem menos liberdade sobre suas andanças, esse tipo de profissional tem a garantia de que vai receber sua renda no final do mês trabalhado, sem ter que se preocupar com correr atrás de fretes e mais fretes para fazer. Além disso, dificilmente ele é proprietário do caminhão. Como o veículo faz parte da frota da empresa, o empregado não tem que se preocupar com as despesas de taxas, impostos e manutenção.

Agregado

O caminhoneiro agregado reúne algumas características dos dois tipos anteriores, embora ele se pareça mais com o autônomo. Ele é dono de seu próprio caminhão, mas opta por fidelizar seus serviços de frete com uma empresa ou transportadora, sem ter vínculo empregatício. Essa situação não pesa na folha salarial da empresa, mas garante que o caminhoneiro tenha serviço a toda hora.

Os custos de conservação e legalidade do veículo correm por conta do caminhoneiro. Contudo, a garantida de ter cargas certas e com uma organização corporativa que agiliza os translados a serem efetuados faz com que exista a enorme segurança de ter bons ganhos e uma renda mais ou menos fixa a cada mês. Sem falar que será possível realizar também fretes particulares com o objetivo de aumentar seus ganhos habituais. As empresas que contratam agregados não vão precisar se incomodar com os gastos de frota, nem com despesas trabalhistas.

Se você é gestor de frotas, a solução para cada situação de sua distribuição pode pedir casos diferentes. Nada proíbe que se aproveite uma mistura dessas opções, dependendo do contexto de sua logística atual. Ter mais agregados, por exemplo, pode ser ótimo para desviar-se das despesas com renovação da frota por um tempo, sem impactar na sua operacionalidade. O que você acha que seria melhor para sua organização no momento? Compartilhe nos comentários!

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